Ainda durante o período de treinamento,em julho de 2006, logo após a posse, fomos convidados a participar de encontro promovido pela ANMP em Porto Alegre, o tema, como não poderia ser diferente, era sobre a violência contra os peritos, Ocorreu na sede da AMRIGS . Foi sessão solene com a presença de várias autoridades, representando o MPF, a PF, o INSS, e os dois representantes da associação nacional se fizeram presentes.
Fiquei muito impressionado tanto com a gravidade do tema como com a seriedade que as duas lideranças usavam para lidar com o assunto, inscrevi-me na associação de imediato, e fiz intenso proselitismo para que todos os colegas assim o fizessem, estava assustado com a intensidade dos fatos e queria uma corrente que modificasse o rumo.
Participamos da 1ª greve, em setembro de 2006, concomitante com o assassinato da dra. Cristina, e em 2007 fomos novamente à luta após o assassinato do outro colega em MG. Em 2008 fomos novamente lutar pela dignidade da carreira de perito-médico, e desde então começaram as desilusões. A greve de setembro de 2008 durou um dia, foi encerrada abruptamente. Começamos a tomar conhecimento do cisma que ocorria na direção, o presidente e o vice romperam e viu-se tudo que se viu. Tentei de todas as formas interromper um processo Kafkafiano, escrevi a todos que podia para tentar impedir a expulsão sumária e injustificável do cara que é ícone da perícia previdenciária, não tive sucesso.
Fiquei muito impressionado tanto com a gravidade do tema como com a seriedade que as duas lideranças usavam para lidar com o assunto, inscrevi-me na associação de imediato, e fiz intenso proselitismo para que todos os colegas assim o fizessem, estava assustado com a intensidade dos fatos e queria uma corrente que modificasse o rumo.
Participamos da 1ª greve, em setembro de 2006, concomitante com o assassinato da dra. Cristina, e em 2007 fomos novamente à luta após o assassinato do outro colega em MG. Em 2008 fomos novamente lutar pela dignidade da carreira de perito-médico, e desde então começaram as desilusões. A greve de setembro de 2008 durou um dia, foi encerrada abruptamente. Começamos a tomar conhecimento do cisma que ocorria na direção, o presidente e o vice romperam e viu-se tudo que se viu. Tentei de todas as formas interromper um processo Kafkafiano, escrevi a todos que podia para tentar impedir a expulsão sumária e injustificável do cara que é ícone da perícia previdenciária, não tive sucesso.
Logo a seguir veio a mudança do fórum, e para acessa-lo havia necessidade de responder que estava de acordo com as novas regras impostas, sentindo que anos de chumbo aproximavam-se e que não poderia compactuar com o que demandavam optei por me desfiliar e seguir na luta pela melhoria das condições de trabalho em conjunto com o grupo de batalhadores que havíamos formado em Porto Alegre. Quero dizer que as conquistas foram poucas mas eficazes, aqui em Porto Alegre rompemos com o paradigma da violência e lançamos as bases da luta pela autonomia do ato médico pericial.
Com o EH tive sérias divergências sobre rumos e condutas, mas reconheço nele uma capacidade de absorver diferenças de pensamento, vejo nele alguém com grande capacidade de articulação e com uma virtude imbatível, a de ver a carreira com um futuro promissor.
Assim que ventos democráticos e afastadores da mediocridade de condutas passarem a soprar no pampa da ANMP para lá voltarei para contribuir no que for possível.
Boa sorte camaradas.
Assim que ventos democráticos e afastadores da mediocridade de condutas passarem a soprar no pampa da ANMP para lá voltarei para contribuir no que for possível.
Boa sorte camaradas.
